There was a door to which I found no key: There was the Veil through which I might not see.

— Omar Khayyam

Como a manhã que se cobre em brumas, o amanhã se revela por trás de um véu. Não sendo opaco, oferece à imaginação toda a sorte de nuances. A coisa real é moldada no íntimo, mistura daquilo que se vê com a matéria dos sonhos e desejos, remodelada a cada passo. O véu, assim como a bruma, é belo e provocador, mas é frio. Para sentir o calor da outra pessoa é preciso erguê-lo.